Sentimental e sonhadora. Dependente de abraços e sorrisos de intenção pura. Crente num Deus comum a todos. Eterna aprendiz da Sabedoria Universal.
15 de novembro de 2014
Inveja (boa)...
... só mesmo das pessoas que conseguem dormir de barriga para baixo e que podem comer queijo fresco!
13 de novembro de 2014
Prevenção?!
Uma medida tão estúpida quanto o anúncio da Vodafone..
Estes "amaricanos" não aprendem!
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IV29P20141111
Gostei especialmente da parte em que o especialista diz que esta medida:
"Pode levar a menos ferimentos e talvez salvar vidas."
Oh sim.. isto descansa qualquer coração de mãe!
Estes "amaricanos" não aprendem!
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IV29P20141111
"Pode levar a menos ferimentos e talvez salvar vidas."
Oh sim.. isto descansa qualquer coração de mãe!
Ironia
.... Levar a vacina da gripe num dia e no dia seguinte ficar de molho com dores de garganta, dores de cabeça, dores do corpo e calafrios!
11 de novembro de 2014
4 de novembro de 2014
Sai um bidón de vinagre!
As sessões sobre Direitos Humanos nas escolas continuam com saldo muito positivo mas há dias apanhei uma professora que não é deste mundo.
Estava numa turma de 4ºAno e eram uns doces aqueles miúdos. O tema era a Igualdade e a Não-Discriminação. Os garotos foram super colaborantes, interessados e a sessão estava a correr tão bem.
Às tantas, um pequenote que estava sentado no fundo da sala levantou o braço para também dar a sua achega. A professora revirou os olhos como quem diz: "Lá vem este outra vez!"
Só isso já me caiu tão mal.. mas o que ela disse a seguir, e considerando o contexto onde estávamos, deixou-me de queixo caído.
Tentando ignorar os olhos reprovadores da professora, dei a palavra ao garoto, que entusiasmado fez a sua partilha. Quando ele terminou tinha um sorriso triunfante no rosto e os olhinhos brilharam quando eu lhe agradeci a participação.
A isto a professora retorquiu com ar desenxabido: "Mas esse não interessa muito.... é cigano!"
O QUÊ??
Podia tê-la rachado ao meio e culpar as hormonas mas limitei-me a pôr um sorriso amarelo e dizer um firme: "A opinião de TODOS conta.. até porque hoje falamos de IGUALDADE e NÃO-DISCRIMINAÇÃO!!"
Ela manteve-se calada até ao fim da sessão mas não aprendeu nadinha.
Já à minha saída uma menina pediu se podia ir à casa-de-banho beber água. Aquela tótó respondeu à bruta e disse: "Água?? Devias ter bebido no intervalo que isto também já são direitos a mais!!"
Oi?? Beber água... direitos a mais??
A sério???
Podia tê-la rachado ao meio (outra vez!!) mas fiz uma coisa, que sei ser MUITO anti-pedagógica. Que se lixe a ética que a miúda tinha sede bolas!!
Ignorei completamente a professora e disse à miúda: "Vai num pé e vem no outro!"
Ela correu feita uma seta e lá foi. Empatei um pouco à espera que ela voltasse para não ser recebida à má fila pela professora. Só então me despedi dos miúdos e lancei um sorriso amarelo à parvalhona a dizer tipo "Não penses que não topei a besta que és!!"
Estava numa turma de 4ºAno e eram uns doces aqueles miúdos. O tema era a Igualdade e a Não-Discriminação. Os garotos foram super colaborantes, interessados e a sessão estava a correr tão bem.
Às tantas, um pequenote que estava sentado no fundo da sala levantou o braço para também dar a sua achega. A professora revirou os olhos como quem diz: "Lá vem este outra vez!"
Só isso já me caiu tão mal.. mas o que ela disse a seguir, e considerando o contexto onde estávamos, deixou-me de queixo caído.
Tentando ignorar os olhos reprovadores da professora, dei a palavra ao garoto, que entusiasmado fez a sua partilha. Quando ele terminou tinha um sorriso triunfante no rosto e os olhinhos brilharam quando eu lhe agradeci a participação.
A isto a professora retorquiu com ar desenxabido: "Mas esse não interessa muito.... é cigano!"
O QUÊ??
Podia tê-la rachado ao meio e culpar as hormonas mas limitei-me a pôr um sorriso amarelo e dizer um firme: "A opinião de TODOS conta.. até porque hoje falamos de IGUALDADE e NÃO-DISCRIMINAÇÃO!!"
Ela manteve-se calada até ao fim da sessão mas não aprendeu nadinha.
Já à minha saída uma menina pediu se podia ir à casa-de-banho beber água. Aquela tótó respondeu à bruta e disse: "Água?? Devias ter bebido no intervalo que isto também já são direitos a mais!!"
Oi?? Beber água... direitos a mais??
A sério???
Podia tê-la rachado ao meio (outra vez!!) mas fiz uma coisa, que sei ser MUITO anti-pedagógica. Que se lixe a ética que a miúda tinha sede bolas!!
Ela correu feita uma seta e lá foi. Empatei um pouco à espera que ela voltasse para não ser recebida à má fila pela professora. Só então me despedi dos miúdos e lancei um sorriso amarelo à parvalhona a dizer tipo "Não penses que não topei a besta que és!!"
1 de novembro de 2014
Medos
Tive há dias o segundo momento em que não gostei especialmente de estar grávida. Não no sentido de não querer estar, apenas a sentir que as mudanças no corpo são de tal ordem profundas que não controlo mesmo nada do que me está a acontecer.
E isso... assusta-me.
Têm sido noites desesperadas com dor ciática e sem nenhuma posição para dormir. Um cansaço imenso, um corpo e alma a pedirem repouso e em troca: dor, incómodo, dificuldade em respirar, tensão baixa, um relógio a marcar mais um minuto, e outro e outro...
Uma madrugada, já desesperada com a dor, e atormentada pela culpa, levei as mãos à barriga e vi-me, num lamento, a pedir desculpa a este pequeno ser que cresce dentro de mim.
Faltam três meses.
A barriga vai crescer (ainda) mais.
O espaço lá dentro será mais e mais pequenino.
A probabilidade da ciática melhorar é pequena.
A azia será fiel companheira.
Não ter posição para dormir será rotina.
As idas nocturnas à casa-de-banho vão aumentar (ainda) mais.
A ansiedade tenderá a crescer.
E isso... assusta-me porque creio que tudo isto, quando comparado à missão maior que me espera, tem uma importância do tamanho de uma cabeça de alfinete.
E isso... assusta-me.
Têm sido noites desesperadas com dor ciática e sem nenhuma posição para dormir. Um cansaço imenso, um corpo e alma a pedirem repouso e em troca: dor, incómodo, dificuldade em respirar, tensão baixa, um relógio a marcar mais um minuto, e outro e outro...
Uma madrugada, já desesperada com a dor, e atormentada pela culpa, levei as mãos à barriga e vi-me, num lamento, a pedir desculpa a este pequeno ser que cresce dentro de mim.
Faltam três meses.
A barriga vai crescer (ainda) mais.
O espaço lá dentro será mais e mais pequenino.
A probabilidade da ciática melhorar é pequena.
A azia será fiel companheira.
Não ter posição para dormir será rotina.
As idas nocturnas à casa-de-banho vão aumentar (ainda) mais.
A ansiedade tenderá a crescer.
E isso... assusta-me porque creio que tudo isto, quando comparado à missão maior que me espera, tem uma importância do tamanho de uma cabeça de alfinete.
31 de outubro de 2014
Privacidade OU Pela boca morre o peixe - Parte II
Sempre achei que seria uma grávida muito defensora da sua barriga.
Tirando o pai, nada de andarem cá às festinhas porque sim e porque sim!
Sempre achei que trataria a minha barriga como algo muito meu, privado, quase exclusivo.
Há dias, estava confortavelmente sentada numa esplanada enquanto esperava a boleia do marido quando a Conchinha começou uma sessão de pontapés vigorosos!
Já a sinto assim há muitos dias mas é sempre uma festa..
Naquele momento estava tão entusiasmada que até me apeteceu meter-me com o segurança que estava perto e convida-lo a sentir o fogo de artifício que reinava dentro da minha barriga..
Tirando o pai, nada de andarem cá às festinhas porque sim e porque sim!
Sempre achei que trataria a minha barriga como algo muito meu, privado, quase exclusivo.
Há dias, estava confortavelmente sentada numa esplanada enquanto esperava a boleia do marido quando a Conchinha começou uma sessão de pontapés vigorosos!
Já a sinto assim há muitos dias mas é sempre uma festa..
Naquele momento estava tão entusiasmada que até me apeteceu meter-me com o segurança que estava perto e convida-lo a sentir o fogo de artifício que reinava dentro da minha barriga..
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